Embora a evolução dos processos de fabricação de celulose e papel não direcionem para esse ou aquele tipo específico de papel, considerando a imensa variedade que temos no mercado atualmente, é inevitável que, ao falarmos sobre os primórdios da fabricação do papel, tenhamos em mente a sua utilização e o desenvolvimento de suas características conforme o objetivo de diferentes finalidades.

 

Como surgiu o papel

O papel foi inventado na China antiga por Ts’ai Lun, por volta de 105 D.C. Ts’ai Lun, que havia sido designado para a guarda imperial durante o reinado de Chien Ch’u e passou a ser conselheiro no reinado de Ho Ti, presenteou este último com amostras de um composto bastante interessante, que historicamente recebeu o nome de papel. A China que, na época, passava por um período de florescimento cultural, utilizava como bases para a escrita, principalmente, seda (os quais chamavam chih) ou filetes de bambu. Entretanto, como a seda era onerosa e o bambu pesado, estes dois materiais não eram convenientes para uma utilização em larga escala.

 

 

A evolução do processo de fabricação da celulose

Em meados do século XVIII, o surgimento de grandes químicos, tais como Lavoisier e Gay-Lussac, contribuiu para o desenvolvimento e a descoberta de novos produtos e processos que possibilitaram a substituição das matérias-primas utilizadas na indústria papeleira. Um exemplo disso foi a substituição dos trapos de tecidos por matérias-primas mais abundantes, inicialmente as palhas de cereais e posteriormente as madeiras. É desta época o desenvolvimento de processos de produção de polpa celulósica a partir de vegetais plantados e colhidos para essa finalidade.

O primeiro a sugerir o uso da madeira para a fabricação de papel foi o naturalista e físico francês René-Antoine Ferchault de Réaumur, em 1719. Singularmente, Réaumur o fez pela observação do material de ninhos de vespas, que para isso usavam filamentos lenhosos e produziam um material com a aparência de uma folha de papel.

 

 

A evolução das máquinas para a fabricação de papel

O conceito utilizado inicialmente por Ts’ai Lun, mesmo sendo aquele um processo de fabricação manual, foi transferido para a máquina de papel: a partir de uma pasta celulósica com baixa consistência (alta diluição com água), a folha é formada sobre uma tela e, a partir daí, a retirada do excesso de água corresponde ao restante do processo, até a obtenção da umidade final do papel. A dificuldade em retirar a água nas várias seções da máquina de papel sempre representou um empecilho ao aumento de velocidade e consequente aumento de produção.

Atualmente, considerando os diferentes tipos de papel e suas inúmeras aplicações, como papel para impressão e escrita, papel imprensa, papéis sanitários, papéis para embalagens, papéis especiais, entre outros, existem também diferentes tipos de máquinas em operação cumprindo suas respectivas finalidades.

Nestas máquinas, destacamos os rolos de papel, que são essenciais ao processo produtivo e devem se manter em perfeito funcionamento para que a produção se mantenha estável e sem paradas inesperadas para manutenção, o que pode ocorrer quando os retentores para rolos de papel instalados, não possuem as especificações de qualidade adequada.

 

A evolução da indústria de papel global

A indústria de papel e celulose passou por períodos de crescimento, maturação e declínio em diferentes segmentos, tecnologias e utilização de matérias-primas durante os últimos 200 anos. Ainda que inovações como o início da produção mecânica de papel ou a introdução da fibra da madeira na qualidade de matéria-prima tenham criado oportunidades revolucionárias de negócios, passaram-se décadas até que essas inovações importantes fossem implementadas.

Os primeiros países a passarem pela industrialização, como a Grã-Bretanha, a França e a Alemanha, dominaram as indústrias de papel logo no início da produção mecanizada, porém atualmente, inclusive no Brasil, temos grandes indústrias de papel que operam com qualidade fornecendo diferentes composições que nos servem durante o nosso dia a dia, quer seja em casa ou no ambiente de trabalho.

É claro que muito se fala em economia de papel, principalmente nos ambientes de trabalho, considerando o volume de informações que atualmente podem ser armazenadas digitalmente, além é claro da importância na diminuição do desmatamento ilegal, da utilização de recursos naturais, dentre outros pontos importantes relacionados à fabricação de papel, porém, o papel se faz presente de muitas formas em nosso dia a dia e com isso, as indústrias se mantém e se reinventam todos os dias para criar produtos de qualidade e que sejam úteis.

Uma vez que a indústria de papel é ativa, também é necessária a manutenção do seu maquinário, de forma que sua produção seja otimizada, evitando perdas e mantendo máxima qualidade no produto final. Neste caso, é importante destacar a importância de utilizar retentores para rolos de papel com garantia de qualidade e procedência garantida, adequados para o maquinário em questão.

 

 

Domínio de tecnologias, matérias-primas e mercados na indústria de papel e celulose

A evolução da indústria de papel e celulose está relacionada ao desenvolvimento tecnológico, a aquisição de matérias-primas, mercados e produtos produzidos em qualquer época e em qualquer país e o domínio na indústria de papel e celulose é uma função da liderança tecnológica, qualidade e capacidade produtiva.

Considerando que a principal mudança tecnológica na indústria papeleira ocorreu nos princípios do século XIX, com o surgimento da fabricação mecanizada de papel, foram quase cem anos para a fabricação mecanizada de papel derrubar a fabricação manual de papel (Munsell, 1980; Salzman, 1911; Spicer, 1907).

A partir daí, a tecnologia básica de fabricação de papel não passou por grandes mudanças nestes 200 anos, embora o tamanho das máquinas tenha aumentado, assim como a qualidade de produção e as inúmeras variedades e tipos de papeis produzidos.

Além da máquina de papel propriamente dita, uma série de outras inovações importantes também foi implementada durante o século XIX, como seria a utilização da fibra da madeira como fonte de celulose, bem como as tecnologias de celulose sulfitada e sulfatada e até os dias de hoje, constantemente temos inovações sendo implantadas a fim de suprir o mercado consumidor, reduzir custos e otimizar a produção.

Uma vez que citamos as máquinas utilizadas pelas indústrias de papel, destacamos também as peças de reposição para estas máquinas, como os retentores para rolos de papel, que podem variar desde pequenas até grandes dimensões, sendo desenvolvidos a cada dia com novas ligas de materiais, mais resistentes, melhor acabados e para máxima segurança e disponibilidade produtiva, vindo de encontro à redução dos custos de manutenção e da otimização da produção, que se mantém operante por mais tempo e com maior qualidade.

Sendo assim, vale ressaltar que, quanto mais disponível a produção da indústria de papel estiver, entregando um produto final com máxima qualidade e segurança, maior domínio sobre o mercado ela terá. Para isso, é necessário não somente ter uma gestão de produção eficaz, como também peças de reposição para as máquinas que sejam confiáveis, e neste caso, estamos falando dos retentores para rolos de papel, tão importantes no processo de produção de papel.

 

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